(Português) Outro uso para o arquivo bilíngue do memoQ

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Cliente manda vários arquivos para revisão. Em formato .ttx, para ser aberto no TagEditor. Ele não pede relatório das correções, mas como demonstrar as alterações feitas? Depois de queimar um pouco as pestanas, acho que consegui uma boa solução.

Criei um projeto no memoQ com os arquivos ttx traduzidos. Depois, exportei cada um como documento bilíngue usando Export bilingual > Two-column RTF.

Depois de revisar os arquivos no Word com Track changes (Controlar alterações) ativado, reimportei no memoQ. Mandei os arquivos .rtf para o cliente junto com os .ttx, assim ele pode ver exatamente o que alterei no texto.

(Português) Como traduzir arquivos TXML do Wordfast no memoQ

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Ainda não me aconteceu, mas vários colegas já comentaram que receberam arquivos .txml, padrão do WordFast Pro, e que prefeririam traduzir no memoQ.

O blog Translator’s Shack traz um tutorial (em inglês) ensinando como preparar o arquivo e importá-lo no memoQ (e depois retornar ao formato original).

Valeu pela dica, @falverca!

(Português) Algumas novidades do memoQ 4.5

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Ontem acompanhei o primeiro webinar da Kilgray sobre o memoQ 4.5, que deve ser lançado mês que vem. São vários recursos novos, incluindo:

  • * Licenças móveis para a versão servidor. O cliente pode mandar uma licença temporária para tradutores que não tenham uma licença própria do memoQ, com validade apenas para aquele projeto. Depois ela perde a validade.
  • * Não será mais preciso alinhar documentos antes da tradução para gerar uma TM de referência. Agora será possível incluir pares de documentos, um em cada idioma, e o alinhamento é feito (e pode ser corrigido) durante a tradução. Esses documentos podem ser de qualquer dos tipos abertos pelo memoQ: doc, xls, html, pdf, etc.
  • * Documentos monolíngues também podem ser usados como referência. Pelo que entendi, será algo parecido com a “reference search” (control + shift + N) do WordFast. Já usei muitas vezes e acho muito útil para quando o cliente manda vários arquivos de referência. Também podem ser de todos os formatos abertos pelo memoQ.
  • * TM reformulada. Análise e pré-tradução dos arquivos serão muito mais rápidas, e as TMs poderão ser invertidas e usadas como referência em outros projetos.
  • * Possibilidade de trabalhar offline em projetos online. O tradutor vai poder sincronizar os arquivos periodicamente com o servidor.
  • * Integração com o Google Translate. A pedido dos tradutores, a Kilgray incluiu a integração com o memoQ nessa nova versão. Mas enfatizou, com todas as letras, que não é favorável ao seu uso, por causa das questões de confidencialidade envolvidas.
  • * Para os tradutores da América Latina, uma boa notícia a mais para aqueles que, como eu, já compraram há mais de um ano e, portanto, não teriam direito à atualização: o preço da renovação da licença vai se basear no preço promocional. Ou seja, a renovação custará US$ 90,00.

Se você ficou interessado e quiser saber mais, a Kilgray vai fazer outras apresentações no dia 27 de setembro e no dia 4 de outubro. Inscreva-se, são gratuitas.

(Português) Arquivo ttx que o memoQ não exporta

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Hoje me deparei com um arquivo .ttx que o memoQ se recusava a exportar. Tentei exportar a memória como tmx pra usar no TagEditor, mas vários segmentos não eram exportados. Ou seja, projeto encrenca total.

A saída que consegui arrumar foi mandar o memoQ exportar o arquivo como bilíngue segmentado do Trados, limpar (clean-up) na memória do Workbench e depois mandar o TagEditor traduzir com o comando “Translate to Fuzzy”. Funcionou bem, inclusive com as centenas (ou seriam milhares?) de tags do arquivo.

(Português) Como traduzir arquivos .ttx no memoQ

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Quando um cliente envia um arquivo .ttx, espera que seja traduzido no TagEditor. Mas, como uso o TE apenas em último caso, traduzo tudo no memoQ. Acho melhor e mais prático, com controle muito melhor da terminologia.

Infelizmente, o método que uso não dispensa o Workbench e o TagEditor nas fases de preparação e finalização.

1. Se o cliente enviou a memória no formato .tmw, abra-a no Trados Workbench (File/Open) e exporte no formato .tmx 1.1 (File/Export).

2. Pré-traduza os arquivos enviados pelo cliente. No Trados Workbench, selecione Tools/Translate/Add, selecione os arquivos que quer pré-traduzir, confirme se as opções correspondem às da figura abaixo e clique em Translate.Pretranslate no workbench

Uma observação importante: se a caixa “Segment unknown sentences” não estiver marcada, o Trados não vai segmentar o arquivo inteiro. A opção precisa estar marcada para ocorrer a segmentação completa. [Valeu pelo toque, Danilo!]

3. Adicione os arquivos pré-traduzidos normalmente no projeto do memoQ.

4. Se o cliente enviou a memória, você pode usar a opção Import from TMX/CSV, no módulo de recursos ou na aba Translation Memories, para incorporar a memória do cliente (que você transformou em .tmx no passo 1 acima) à memória do projeto.

5. Traduza o arquivo normalmente no memoQ.

6. Exporte o arquivo bilíngue, usando a opção Export bilingual/Two-column RTF da aba Translations.

7. Abra o arquivo no Word e passe o corretor ortográfico/gramatical. Salve as alterações.

8. Reimporte o arquivo corrigido no memoQ, usando o comando Import/update bilingual da aba Translations.

9. Confirme os segmentos alterados: selecione no menu Operations/Confirm and Update Rows, marque a opção Edited e clique em OK. Todos os segmentos alterados serão incorporados à memória do projeto.

10. Agora, veja se não esqueceu nenhuma tag. Se isso acontecer o arquivo pode não abrir corretamente no TagEditor ou dar problema na exportação final. No menu, selecione Operations/Resolve Erros and Warnings. Corrija o que precisar, confirmando cada segmento corrigido.

11. Só falta exportar o arquivo. Na aba Translations, selecione Export (dialog) e especifique o local de destino do arquivo. O resultado é um arquivo .ttx bilíngue, exatamente como se tivesse sido traduzido no TagEditor.

12. Prontinho. Por via das dúvidas, abra o arquivo no TagEditor para confirmar que não deu nenhum problema. É raro, mas pode acontecer.

Observação importante: para que o arquivo final seja bilíngue é indispensável a pré-tradução no Workbench (passo 2). Caso contrário, o resultado será um arquivo apenas em português (ou qualquer que seja sua língua-destino).

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